PRONTIDÃO ÀS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS: Uma Análise com Base no Technology Readiness Index (TRI) 2.0
Informações
Código: MKT319
Divisão: MKT - Marketing
Tema de Interesse: Tema 13 - Marketing Digital e Inovação
Autores
Márcia Cecília Rodrigues de Oliveira (Programa de Graduação/UNAMA - Universidade da Amazônia e Programa de Graduação/UNINASSAU Belém) mcecilia.oliveira@gmail.com
Everaldo Marcelo Souza da Costa (Mestr e Dout em Admin - PPAD/UNAMA - Universidade da Amazônia) prof.emsc@gmail.com
Emílio José Montero Arruda Filho (Mestr e Dout em Admin - PPAD/UNAMA - Universidade da Amazônia e Prog de Mestr e Dout em Admin da FACE/FUMEC - Universidade FUMEC) emilio.arruda@unama.br
sérgio castro gomes (Mestr e Dout em Admin - PPAD/UNAMA - Universidade da Amazônia e Governança Pública/Escola de Governança Pública do estado do Pará) scgomes03@uol.com.br
Resumo
A prontidão às inovações tecnológicas refere-se à propensão dos indivíduos para consumir e utilizar produtos e serviços tecnológicos inovadores através de condutores e inibidores mentais com base na percepção de otimismo, inovatividade, desconforto e insegurança. Sua mensuração se dá por meio do Technology Readiness Index (TRI), instrumento de medida, desenvolvido por Parasuraman e Colby em 2002, versão TRI 1.0 e, atualizada e simplificada por Parasuraman e Colby em 2015 na versão 2.0. O objetivo central deste estudo foi testar as dimensões do TRI 2.0 em contexto brasileiro, por meio de replicação adaptada para língua portuguesa da escala. A metodologia utilizada foi a Análise Fatorial Exploratória (AFE), com uma amostra não probabilista de 171 respondentes através de survey. Os resultados desta pesquisa apontaram que o TRI 2.0 oferece potenciais recursos para avaliar a prontidão à inovação tecnológica dos consumidores, considerando apenas as variáveis motivadoras do construto, para os consumidores no Brasil.
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