A CONSTITUIÇÃO POPULAR DA ISLÂNDIA: UMA NOVA PERSPECIVA DE PARTICIPAÇÃO POPULAR POR MEIO DAS REDES SOCIAIS
Informações
Código: EnAPG339
Divisão: EnAPG - Administração Pública Administração Pública
Tema de Interesse: Tema 11 - Interfaces entre Gestão Pública e Gestão Social
Autores
Flavio Ayres Marinho (PROFIAP/UFT - Universidade Federal do Tocantins) flavioayresm@gmail.com
Airton Cardoso Cançado (Prog de Mestr Prof em Gestão de Políticas Públicas / UFT) airtoncardoso@yahoo.com.br
Helga Midori Iwamoto () helga.iwamoto@gmail.com
Resumo
O Governo Islandês, entre 2009 e 2013, conduziu o processo de criação da primeira constituição redigida pelo povo do mundo. Imersos em um contexto de crise global monetária provocada pelo colapso das grandes instituições financeiras da América em 2008, o que ficou conhecido pelos islandeses de ‘A quebra’, uma lei foi enviada ao parlamento requerendo a implementação de uma Assembleia Constituinte. Para segurar a participação, a assembleia utilizou as redes sociais para conduzir discussões entre a população da Islândia e o Conselho Constituinte, que substituiu a Assembleia. Embora o processo não tenha sido ratificado como a nova constituição da Islândia, trata-se do processo de constituição mais inclusivo até o momento e serviu como um modelo que inspirou todo o mundo. Este artigo tem como objetivo analisar brevemente este processo desde a ‘Revolução dos potes e panelas’, os problemas enfrentados, até os resultados obtidos.
Palavras-Chave: Islândia; Constituição Popular; Participação.
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