Desastre de Mariana-MG: os impactos provocados pelo rompimento da barragem da Samarco aos pescadores da Bacia do Rio Doce
Informações
Código: EnAPG188
Divisão: EnAPG - Administração Pública Administração Pública
Tema de Interesse: Tema 12 - Governança para Sustentabilidade: ODS em abordagens complexas
Autores
Keila Gisela Ribeiro (Progr de Pós-Grad em Admin/Fac de Admin e Ciências Contábeis/Curso de Mest Acad em Admin/PPGA/FACC/CMAA/UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora e Graduação/UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora) keilagisela@hotmail.com
Alyce Cardoso Campos (Prog de Pós-Grad em Admin – PPGA/UFLA - Universidade Federal de Lavras) alycecardosoc@yahoo.com.br
THAISA BARCELLOS PINHEIRO DO NASCIMENTO (Prog de Pós-Grad em Admin – PPGA/UFLA - Universidade Federal de Lavras) thaisapinheiro35@gmail.com
Juliana Vieira Borges (Prog de Pós-Grad em Admin – PPGA/UFLA - Universidade Federal de Lavras e outro/outro) julivborges@gmail.com
Humberto Rodrigues Marques () hbetorm@hotmail.com
José Willer do Prado (Prog de Pós-Grad em Admin – PPGA/UFLA - Universidade Federal de Lavras e Graduação/UNIFRAN - Universidade de Franca) jwprado@gmail.com
Resumo
Em 05 de novembro de 2015 ocorreu um fato que repercutiu de forma trágica sobre a Bacia do Rio Doce, atingindo os aspectos ambientais e econômicos dos municípios que eram abastecidos por este rio: o rompimento da barragem de rejeitos de mineração, denominada de Fundão, que fica localizada no município de Mariana, em Minas Gerais e é gerenciada pela empresa Samarco. A pesquisa buscou demonstrar os impactos provocados pelo rompimento, analisando documentos e destacando a influência sobre a vida dos pescadores da região de Governador Valadares. O desenvolvimento deste trabalho permitiu perceber a relação de causa e efeito entre a ação do homem sobre o meio ambiente e sua resposta à humanidade. O rompimento da barragem provocou impactos ambientais, como a relação fundamental das pessoas com o meio ambiente, nas condições afetivas com o rio, de lazer e identidade, sem falar nos aspectos econômicos e psicológicos para os pescadores.
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