Banalização da Fraude Acadêmica: Reflexões à luz da Teoria da Semicultura de Adorno
Informações
Código: EnEPQ132
Divisão: EnEPQ - V Encontro de Ensino e Pesquisa em Administração e Contabilidade
Tema de Interesse: Tema 03 - Conduta Ética e Responsável no Ensino e na Pesquisa
Autores
Flávia Carolini Pereira dos Santos (Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP) – flaviapereirasantos2011@hotmail.com
Carolina Machado Saraiva de Albuquerque Maranhão (Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP) – carola.maranhao@gmail.com
Pamella Thaís Magalhães Ferreira (Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP) – pamella.magalhães0@gmail.com
Resumo
Este texto visa resgatar a discussão sobre a fraude nas universidades, evidenciando as consequências severas da banalização da fraude ao ambiente acadêmico. O tema fraude acadêmica é entendido como o ato de usurpar, falsificar e burlar os mecanismos que avaliam o conhecimento na academia. Existem diversas modalidades fraudulentas: comércio online de trabalhos, plágio, "cola" e etc. Para análise do assunto, este estudo fará uso da Teoria Crítica relacionada à educação. Theodor Adorno analisou o problema da semiformação na sociedade capitalista, em que a educação tornou-se mais uma mercadoria a ser entregue a seus consumidores. Tal pensador introduziu a crítica à indústria cultural e a identificação do indivíduo com uma cultura que equivale a uma mercadoria supérflua em seu texto denominado "Teoria da Semicultura" publicado em 1959. É nesse contexto que a fraude se insere, ou seja, em uma constante massificação do conhecimento.
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